domingo, 14 de julho de 2013
quarta-feira, 10 de julho de 2013
OUR DEVINE LADY OF THE ROSARY (FATIMA)
The name of the town and parish evolved from the Arabic name Fatima(Fāṭimah, Arabic: فاطمة ), the name of a Moorish princess and, originally, the name of the daughter of Muhammad, prophet of Islam.
The parish was founded in 1568, when it was annexed by the Collegiate of Ourém (Portuguese: Colegiada de Ourém).
The history of Fátima is associated with three children: Lúcia and her cousins, Francisco and Jacinta Marto, who on 13 May 1917, while guarding their sheep in Cova da Iria, witnessed an apparition of a lady dressed in white. Cova da Iria is now the Chapel of Apparitions or Portuguese: Capela das Aparições.The lady, later referred to as Our Lady of the Rosary, indicated that she was sent by God with a message of prayer, repentance and consecrations. She visited the children each month on the 13th day from May 13 - October 13. The last apparition occurred on October 13, and was witnessed by 70,000 pilgrims, who saw the Miracle of the Sun. In addition, Our Lady of Fátima sent a message that consisted of three secrets: first, a vision of Hell where the souls of the sinful would travel without prayer; the second, prophesied the beginning of the Second World War; and ultimately, the mysterious third secret, which was written down by Lúcia dos Santos in 1944, and held by the Vatican, since 1957.
The construction of the sanctuary brought local development to the region, which eventually allowed the town of Fátima to be elevated to the status of city on 12 July 1997. Actually, there was a movement in the parish, primarily from the economic sector, who desired that Fátima become its own municipality. But, the project, which was led by engineer Júlio Silva, ex-president of the Junta de Freguesia, was vetoed on July 2003 by Portuguese President Jorge Sampaio, resulting in disappointment among its residents.
Besides the religious sites, there's other sites in the area that are breath taking. The “Grutas de Miradire” natural caves are just one of the many other local attractions that will make your trip to the area worth while.
Fatima is about one hour and 15 minutes (by car) north of Lisbon and a must visit location on your trip to Portugal.
SÃO MARTINHO DO PORTO
For those who think the sweltering Summers of southern Portugal are too hot for them, “São Martinho do Porto” is probably the perfect location to vacation.
The town is neatly divided in two sections. The lower section, built around the northern and eastern shores of the bay, adjacent to the beach, caters for the majority of tourists and occasional visitors, and is where most businesses, restaurants, bars and accommodations are located. The upper section located on the north-easterly hills overlooks the bay. There you'll find the majority of the permanent dwellers, the Church and the businesses that cater to the locals. The older and more traditional generation of Summer and weekend dwellers tend to have their houses in the upper section as well.
The lower and upper sections are connected by a sort of village ring road for cars and three very steep streets for pedestrians. These are locally known as "ladeiras", and are one of the main hallmarks of the town and a constant pretext for loud complaints particularly at the time of returning home after a long and tiring day at the beach.
In the Summer, after 10 pm., it normally takes you a good half an hour to walk the town's main street full length, if you efficiently use your elbows and "excuse-mes"..
The lighthouse that signals the entrance to the bay
is located almost at the end of hill overlooking the bay. You can cross that hill directly from the bay through a tunnel that leads you to the “Santo Antonio” rocky beach .
To reach the lighthouse you either climb on foot a steep stairway or go a short distance by car along the road between two hills. .
Where the river meets the bay you can find the ruins of a safe harbor “Porto de Abrigo” used by sailors between the 15th and 18th centuries, to replenish their food and drinking water supplies.
Locals bathe in and drink the water from the spring in the safe harbor ruins, as it's known to cure liver illnesses as well as treat certain skin conditions.
The highway between Lisboa and Leiria puts São Martinho at less than one hour comfortable drive from Lisboa International Airport.
sexta-feira, 14 de junho de 2013
ABRAÇAR A NATUREZA
Ainda existem lugares no mundo em que a paz, tranquilidade, ar puro, e o cheiro natural das flores silvestres e a natureza vivem em perfeita harmonia. Eu encontrei esse lugar no nosso cantinho da península ibérica. Haverá outros lugares melhores em Portugal, como por exemplo, o Gerês e outros mais, mas o que partilho hoje convosco, é o que tenho o prazer de pessoalmente usufruir diariamente.
Quando me ausento de tudo e todos para abraçar a natureza que me rodeia e fazêr a minha corrida matinal nesta linda região do centro de Portugal, entre a cidade de Leiria e Fátima, fico com a sensação de, pelo menos por uma hora, entrar num paraíso que muito poucos conhecem.
O cheiro das flores e plantas silvestres que numa vasta parte do meu percurso formam uma espécie de um dossel sobre o caminho, é simplesmente inimaginável existir para os "City Dwellers" que estão limitados a cheirar o ar poluído pelas emissões dos cerca de 6 milhões de automóveis que circulam nas estradas portuguesas.
Não quero, de forma alguma, manipular a ideia dos que pensam que viver na cidade é melhor, antes pelo contrário, deixem se estar por lá! Assim, nós, que apreciamos a natureza, continuaremos a poder desfrutar desta parte do planeta ainda menos poluída, correr, andar, cheirar as flores, ouvir os passarinhos a chilrear tudo com os braços bem abertos. Sim, com os braços bem abertos!.. Para poder abraçar, dia após dia, esta ainda quase virgem natureza que, eu pelo menos adoro!
terça-feira, 4 de junho de 2013
POEMA DO DIA
1
Encontrei te desejei
que deverias ser minha
esse desejo que eu tinha
de te poder abraçar
qual era a razão não sei
de tanto te desejar
ao não poder decifrar
de onde esse desejo vinha
2
Em cada dia que passa
é menos um que te vejo
para matar este desejo
deste fogo que me queima
hoje nem sei o que faça
será isto uma toleima?
Ou o meu amor que teima
perseguir este cortejo!
3
Com meio século vivido
conheci muitas mulheres
mas a atenção que me deres
para mim será sempre pouca
serei eu teu preferido?
Ou tratas me como a roupa
como aquela que não poupa
e por ser velha não a queres
4
O teu sorriso airoso
Tem um brilho culminante
Brilha mais que um diamante
Complementa o teu olhar
E esse teu rosto formoso
Que adoro acariciar
E os teus lábios beijar
Nessa boca aliciante
5
Se isto e um sonho, ao acordar
Por certo não acredito
Pois ter sonho tão bonito
Não devera ser possível
Mas pelo menos vai dar
Para me deixar sensível
E uma mulher tão incrível
Será que é mulher ou mito?
segunda-feira, 3 de junho de 2013
sábado, 1 de junho de 2013
Segundo poema
De vós me parto, ó vida, e em tal mudança
Sinto vivo da morte o sentimento.
Não sei para que é ter contentamento,
Se mais há de perder quem mais alcança!
Mas dou-vos esta firme segurança:
Que, posto que me mate o meu tormento,
Pelas águas do eterno esquecimento
Segura passará minha lembrança.
Antes sem vós meus olhos se entristeçam,
Que com coisas outra alguma se contentem:
Antes os esqueçais, que vos esqueçam.
Antes nesta lembrança se atormentem,
Que com esquecimento desmereçam
A glória que em sofrer tal pena sentem.
Poema do dia
Tanto de meu estado me acho incerto,
Que em vivo ardor tremendo estou de frio;
Sem causa, juntamente choro e rio,
O mundo todo abraço, e nada aperto.
É tudo quanto sinto um desconcerto:
Da alma um fogo me sai, da vista um rio;
Agora espero, agora desconfio;
Agora desvario, agora acerto.
Estando em terra, chego ao céu voando;
Numa hora acho mil anos, e é de jeito
Que em mil anos não posso achar uma hora.
Se me pergunta alguém porque assim ando,
Respondo que não sei; porém suspeito
Que só porque vos vi, minha Senhora.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
NAO DEIXAR TOMAR ATRAZ!...
Ontem visitei a linda cidade de Tomar e quero partilhar estas lindas fotos. Noutra oportunidade, escreverei uma historia sobre esta linda cidade...
quarta-feira, 3 de abril de 2013
MOCHILADAS
Zé, fica atras do balcão,
Que a malta da direcção
Temos que nos reunir!
Dizia me o Serafim.
Hoje vão ter que me ouvir
Vou ralhar c'o Franklin!
Tenho que o por na linha
Pra ver se ele ganha juízo
Eu hoje já o aviso
Quando ele chegar á cozinha.
A noite foi-se passando
Á malta fui aviando
Cerveja, cafés e vinho.
Foi uma noite tranquila!
Já estava quase sozinho,
Nisto chegou o mochila.
Eu disse; que te apetece?
E ele com desembaraço,
Para me acalmar o stress!
Arranja aí um bagaço!
Deu-se a reunião por finda,
A malta queria ainda
Mais um pouco de licor!
Dá cá mais uma caxaça,
Pra dar de beber á dor,
Diz o mochila em voz baixa.
Depois de uns bons bagacinhos,
E a língua bem destravada
Como estávamos sozinhos,
Contou-me a vida privada.
Eu contei lhe o que sabia
E o que a malta dizia,
Sobre a sua namorada!
Diz-se na comunidade
Que ela anda embaraçada,
Diz me tu! Isso é verdade?
O que gente anda a falar,
Eu já nada me admira!
Mas posso te confirmar,
Que isso é uma grande mentira.
Ele pediu me, tu não digas,
Nada a essas raparigas
Que conhecem a Teresa!
A Ceu é colega dela
E essa malta portuguesa
Dão muito á taramela!
Eu jurei lhe ficar mudo
Nem sequer abrir a boca,
Ceu diz; tens que contar tudo!
Vê lá se soltas a sopa!
Quando a casa cheguei,
Com a Laurinda deparei
Assentada no sofá.
Ela disse; só agora?
Porquê é que ficaste lá?
Eu tinha os mandado embora!
Cá c'o meu ar de reguila,
Olha, não fechei o bar,
Pois chegou lá o mochila
E estivemos a falar.
De curiosa que estava
Também ela perguntava,
O que foi que ele te contou?
Eu disse com boa fé,
Da namorada, afirmou!
Que não anda de bebé.
Nem mais uma lhe soltei
Não por ao Carlos ter medo!
Mas minha palavra dei,
De lhe guardar o segredo.
Logo no dia seguinte
Tendo a Lurdes como ouvinte
Laurinda conta o que ouvira,
Que o Carlos lhe disse até!
Que era tudo manteria
Ter a amiga de bebé!
A Lurdes ao ouvir tal,
Não ficou de língua presa
E logo no hospital
Foi contar tudo á Teresa.
Triste pro que tinha ouvido
Telefonou ao marido
Teresa, logo em seguida,
Que andas-te tu a fazer?
Á Laurinda ires dizer,
As coisas da nossa vida!
O mochila atrapalhado
E o que dizer não sabia
Porque não tinha falado,
Com a Laurinda nesse dia.
Então falaste com quem?
Tu não digas a ninguém,
O que na casa é passado!
Ou não basta o que tens feito?
De me faltares ao respeito,
E andares amigado!
A Ceu um pouco zangada
Veio me dizer ainda,
A mim não disseste nada,
Mas contaste á Laurinda!
O que contaram não sei!
Mas olha que eu não falei,
Com a Laurinda sobre nada!
E o que eu disse, repito
Que não estava embaraçada
Foi o que ele me tinha dito!
Ao mochila fui contar
Que tinha ouvido um zum zum
E para ele me desculpar,
De não ter feito mal nenhum!
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